30 de abr de 2014

CHAMADAS PARA PUBLICAÇÃO

REVISTA TEXTO DIGITAL - publicação do Núcleo de Pesquisas em Informática, Literatura e Linguística, do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Submissão de artigos com a temática "Narratividade e meio digital" até 05/06/14
Mais informações pelo site: https://periodicos.ufsc.br/index.php/textodigital/index

REVISTA VOCÁBULO - publicação dos cursos de Letras e Linguagens: Comunicações Midiáticas, do Centro Universitário Barão de Mauá
Submissão de trabalhos nas áreas de estudos literários e estudos linguísticos até 31/05/2014
Maiores detalhes no site: http://www.baraodemaua.br/comunicacao/publicacoes/vocabulo/normas_publicacao.html

SITE - Portal Persée



Portal de artigos científicos e revistas em Humanidades, Semiótica, Teorias do discurso e afins.

O site Persée (http://www.persee.fr/web/revues/home/) disponibiliza gratuitamente milhares de artigos em texto integral, incluindo muito material de qualidade, tanto na área de Humanidades, como na área de Semiótica e das Teorias do discurso.

Dentre autores e contribuições importantes na semiótica, semiologia, cinema, teorias do discurso, antropologia, é possível encontrar artigos de Barthes, de Christian Metz, Jean-Marie Klinkenberg, Charles Sanders Peirce, Claude Lévi-Strauss, Jacqueline Authier-Revuz, entre outros.

24 de abr de 2014

Apresentações: "Homenagem a Eduardo Peñuela Cañizal (1933-2014)" e "Sobre a categorização social na imagem científica" (28/04/14)

O Seminário de Semiótica da Unesp (SSU), evento mensal promovido pelos grupos GPS-Unesp, GESCom e CASA, com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa da Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, terá a sua próxima edição no dia 28/04/2014 (segunda-feira), das 14h às 17h, no Anfiteatro C da FCLAr.

Nessa ocasião, haverá duas apresentações:

Homenagem a Eduardo Peñuela Cañizal (1933-2014)
Jean Cristtus Portela (FCLAr/FAAC/Unesp)
Neiva Ferreira Pinto (UFJF)

Sobre a categorização social na imagem científica
Elizabeth Harkot-de-La-Taille (FFLCH/USP)
RESUMO: Pensar a imagem científica do ponto de vista de suas especificidades, no âmbito da significação, constitui uma empreitada iniciada pelo Groupe MU (Bélgica) e continuada por um número de seus “companheiros de viagem”, como os membros do grupo chamam os que se aproximam de suas ideias e as debatem. Esta apresentação aborda a imagem na ciência enquanto estratégia de produção de sentido e, como tal, destaca o papel imprimido pelas categorizações sociais dominantes no tempo e local de sua proposição. A imagem é pensada tanto em seu caráter de representação pictórica figurativa (de um objeto, de um fenômeno), como abstrata (colocação de uma ideia ou conceito em um esquema visual), logo, englobando todo esforço de visualização construído com o objetivo de compreensão ou de explicação científica. Defendo que a imagem de um modelo científico aproxima-se da língua, na medida em que não pode evitar a redução do objeto, da ideia ou da teoria que enuncia a variáveis conhecidas, compreendidas e explicáveis, até que o grau de operacionalidade do modelo em questão se substitua por alguma insatisfação explicativa importante e que outro modelo, que recusa o anterior exatamente naquilo que lhe é tributário, seja proposto e o venha substituir.

Não é preciso fazer inscrição! Basta comparecer no horário do evento. Haverá emissão de certificado para os presentes.

Confira a programação completa do SSU para o primeiro semestre de 2014 no link http://www.seminariodesemiotica.blogspot.com.br/p/programacao.html

Participe!

ARTIGO - Le statut sémiotique du monde naturel et la question de l’objet

Este artigo, escrito por J. F. Bordron, discute o estatuto semiótico do mundo natural ao considerar que o sentido e o ser senciente são indissociáveis. A constituição do mundo natural (física, química, biológica, etc.) é reconhecida por meio das capacidades sensoriais e a semiótica descreve a natureza como fenômeno percebido pelo ser senciente. Não se trata de uma negação da existência física ou química do mundo natural, mas sim de uma abordagem que revela o mundo como uma “crença” estabelecida pelos sentidos fisiológicos: os objetos naturais só adquirem significado ao serem percebidos por um ser senciente. O mundo fenomenal, que é percebido em sua dimensão semiótica, surge a partir da existência do mundo físico, mas esse mundo físico só pode ser descrito a partir daquilo que se percebe dele. Compreende-se que, epistemologicamente, a existência semiótica antecede o estabelecimento do domínio cultural (social, histórico, político, etc.), já que esse domínio é posterior à emergência sensorial do sentido.


Por Rubens César Baquião

21 de abr de 2014

DISSERTAÇÃO - Ciência e Jornalismo


As pesquisas acadêmicas acerca do jornalismo científico já gozam de longa data no Brasil. Inicialmente restrita aos estudos comunicacionais em universidades do eixo Rio-São Paulo, já faz algum tempo que essa temática passa a interessar também pesquisadores de outras regiões do País (sobretudo nas regiões Sul e Nordeste), além daqueles ligados às áreas de letras e linguística. Entretanto, das pesquisas já realizadas, muito poucas utilizaram a semiótica greimaisana como referencial teórico. O trabalho do qual falamos é um desses exemplos.

O livro Ciência e jornalismo é uma adaptação da dissertação de mestrado da autora Liliane Calado, defendida em 2012 no programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (2012), sob a orientação da professora Olga Tavares. A pesquisa de Calado consiste basicamente em uma análise semiótica de um conjunto de reportagens (sete ao todo) sobre ciência e tecnologia publicadas na revista Época durante o ano de 2010. A metodologia empregada se ancora na abordagem standard da teoria de Greimas, aplicando-se o percurso gerativo de sentido, somada às contribuições da semiótica visual, de Jean-Marie Floch e Antonio Vicente Pietroforte – algo que se revelou bastante pertinente para se analisar as relações entre textos e imagens presentes no corpus.

Segue abaixo o resumo da pesquisa, extraído da dissertação original:

A ciência e seus desdobramentos fazem parte da história da humanidade. Nos dias atuais, percebemos sua evidência em nosso dia a dia, desde ações triviais, como também em questões complexas, como a clonagem humana. A mídia, por sua vez, reconhecendo o poder da ciência, tem propagado os avanços científicos em seus suportes e é de acordo com essa perspectiva que se consolida a produção de jornalismo científico, uma prática que visa a divulgação da ciência sob a égide dos padrões jornalísticos. Sendo assim, o presente estudo buscou compreender a construção de discursos de textos verbais e não-verbais inseridos na seção Ciência & Tecnologia da Revista ÉPOCA, que se propõe a divulgar assuntos científicos. Para isso, selecionamos sete matérias dessa seção veiculadas no período de janeiro a dezembro de 2010. Nas análises, aplicamos os princípios da semiótica greimasiana, que tem como base metodológica o percurso gerativo de sentido, que mostra a produção de significados do texto em patamares. Buscamos evidenciar os efeitos de sentido provocados pelas estratégias discursivas escolhidas pelos repórteres e as articulações que se confirmam na formação desses textos.
Palavras-chave: jornalismo científico; ciência; semiótica; discurso; revista ÉPOCA.

Referência: CALADO, Liliane. Ciência e jornalismo: a construção do sentido do discurso jornalístico-científico no texto verbal e não-verbal de reportagens da revista Época. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2012. 233 p.

Para fazer o download gratuito do livro, acesse o link: http://www.insite.pro.br/elivre/ciencia%20e%20jornalismo%20pc.pdf

Programação completa do SSU para 2014

2014

1º SEMESTRE

Tema: “A enunciação visual”
Ementa: O conceito de enunciação, especialmente a partir dos trabalhos de E. Benveniste, integrou-se ao arcabouço teórico da semiótica do discurso no nível discursivo do percurso gerativo do sentido. A crise do modelo gerativo ocasionou, entre outros ajustes teóricos, a “generalização da enunciação”, que passou a ocupar um lugar central na produção do sentido, lugar cada vez mais “profundo”, “perceptivo” e  “sensível”, bem diferente do patamar de construção formal da sintaxe discursiva. Formulado em linguística para tratar da dêixis das línguas naturais, o conceito de enunciação foi, no âmbito da teoria semiótica, posto à prova de várias linguagens e, portanto, de várias formas e substâncias da expressão. As artes plásticas, a publicidade, a fotografia, o cinema, a HQ e a imagem científica, entre outras semióticas-objeto que exploram as linguagens visuais, verbovisuais e audiovisuais, ao mesmo tempo que nos permitem aplicar o conceito de enunciação em suas realizações particulares, impõem aos semioticistas algumas reflexões: em que condições se pode aplicar o conceito de enunciação em linguística ao texto visual?; como tipificar as categorias e as projeções enunciativas nas linguagens visuais, verbovisuais e audiovisuais? como analisar  enunciativamente o plano de expressão das linguagens visuais?

Neste semestre, os encontros do Seminário de Semiótica da Unesp (SSU) acontecerão sempre das 14h às 17h, no Anfiteatro C da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP, câmpus de Araraquara, de acordo com o cronograma abaixo:

ABRIL
 

28/04

Homenagem a Eduardo Peñuela Cañizal (1933-2014)
Jean Cristtus Portela (FCLAr/FAAC/Unesp)
Neiva Ferreira Pinto (UFJF)

Sobre a categorização social na imagem científica
Elizabeth Harkot-de-La-Taille (FFLCH/USP)


MAIO

26/05

Um Brasil para se ver
Mônica Baltazar Diniz Signori (UFSCar)

Enunciação visual?
Jean Cristtus Portela (FCLAr/FAAC/Unesp)



2º SEMESTRE

18/11

O olhar semiótico - em tempo de crise
Eric Landowski (CNRS/Paris)

16 de abr de 2014

Programação completa do SSU para o primeiro semestre de 2014


1º SEMESTRE DE 2014

Tema: “A enunciação visual”
Ementa: O conceito de enunciação, especialmente a partir dos trabalhos de E. Benveniste, integrou-se ao arcabouço teórico da semiótica do discurso no nível discursivo do percurso gerativo do sentido. A crise do modelo gerativo ocasionou, entre outros ajustes teóricos, a “generalização da enunciação”, que passou a ocupar um lugar central na produção do sentido, lugar cada vez mais “profundo”, “perceptivo” e  “sensível”, bem diferente do patamar de construção formal da sintaxe discursiva. Formulado em linguística para tratar da dêixis das línguas naturais, o conceito de enunciação foi, no âmbito da teoria semiótica, posto à prova de várias linguagens e, portanto, de várias formas e substâncias da expressão. As artes plásticas, a publicidade, a fotografia, o cinema, a HQ e a imagem científica, entre outras semióticas-objeto que exploram as linguagens visuais, verbovisuais e audiovisuais, ao mesmo tempo que nos permitem aplicar o conceito de enunciação em suas realizações particulares, impõem aos semioticistas algumas reflexões: em que condições se pode aplicar o conceito de enunciação em linguística ao texto visual?; como tipificar as categorias e as projeções enunciativas nas linguagens visuais, verbovisuais e audiovisuais? como analisar  enunciativamente o plano de expressão das linguagens visuais?

Neste semestre, os encontros do Seminário de Semiótica da Unesp (SSU) acontecerão sempre das 14h às 17h, no Anfiteatro C da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP, câmpus de Araraquara, de acordo com o cronograma abaixo:


ABRIL
 

28/04

Homenagem a Eduardo Peñuela Cañizal (1933-2014)
Jean Cristtus Portela (FCLAr/FAAC/Unesp)
Neiva Ferreira Pinto (UFJF)

Sobre a categorização social na imagem científica
Elizabeth Harkot-de-La-Taille (FFLCH/USP)


MAIO

26/05

Título a confirmar
Mônica Baltazar Diniz Signori (UFSCar)

Enunciação visual?
Jean Cristtus Portela (FCLAr/FAAC/Unesp)


JUNHO

23/06


Sincretismo e enunciação
Arnaldo Cortina (FCLAr/Unesp)

O sagrado e o profano na imagem do Cristo
Rubens César Baquião (Doutorando - FCLAr/Unesp)

15 de abr de 2014

Eduardo Peñuela Cañizal, um dos fundadores da ECA-USP, morre aos 80

Caros colegas, um grande semioticista nos deixou no último domingo: o professor Eduardo Peñuela Cañizal (1933-2014), um dos fundadores da ECA/USP e pioneiro, juntamente com Edward Lopes e Ignácio Assis Silva, na divulgação da semiótica greimasiana no Brasil. Aos familiares e amigos, nossos sentimentos. A Unesp, seja no IBILCE, onde Peñuela atuou, seja entre nós da FCLAr, com quem ele manteve sempre uma relação de estreita colaboração, deve muito a esse analista-poeta do cinema, cujo cachimbo incensou bons momentos da semiótica brasileira. 


Por Jean Cristtus Portela


13 de abr de 2014

LIVRO - Semiótica e comunicação: estudos sobre textos sincréticos

SEMIÓTICA E COMUNICAÇÃO: ESTUDOS SOBRE TEXTOS SINCRÉTICOS
Arnaldo Cortina e Fernando Moreno.da Silva



Calcada no slogan “fora do texto não há salvação” a semiótica de origem greimasiana mostra-se em constante construção. Para quem pensa que tal teoria limita-se ao estudo do texto verbal, desprezando o contexto histórico em que tal texto se insere, este livro mostra a diversidade de objetos de análise que podem ser estudados pelos semioticistas.


A publicidade, a imprensa, a televisão e a internet trabalham com objetos vivos, engajados em determinados espaço, tempo e cultura: os textos sincréticos, também chamados de discurso pluricódigo e texto completo ou verbovisual. É esse o material discutido por renomados pesquisadores do Brasil e da França neste livro.

Confira os capítulos:

Reflexões sobre a perspectiva gerativa em semiótica, de Denis Bertrand (Paris 8) e Verónica Estay Stange (Université de Luxembourg)

Formas de vida das mulheres em destaque na revista O Cruzeiro da década de 50: excentricidade e discrição, de Edna Maria Fernandes dos Santos Nascimento (UNESP Araraquara)

A televisão se dá ao tom, de Elizabeth Bastos Duarte (UFSM)

Gêneros do discurso: entre a rotina e o acontecimento, de Glaucia Muniz Proença Lara (UFMG)

De la roja a el rojo: bricolagens e sincretismos em jornais espanhóis, de Kati Eliana Caetano (UTP) e Frederico de Mello B. Tavares (UFOP)

Atualização narrativa, paixão e suspense na telenovela, de Loredana Limoli (UEL)

Promocionalidade televisual: percurso, articulação teórica e proposta metodológica, de Maria Lília Dias de Castro (UFSM)

O sincretismo de linguagens em poesias eletrônicas, de Regina Souza Gomes (UFRJ)

Expressão e conteúdo: articulações do texto sincrético, de Fernando Moreno da Silva (UENP)

A construção do sentido na propaganda dirigida ao público gay, de Arnaldo Cortina (UNESP Araraquara)

Aproveite o download gratuito em:

Se preferir o livro impresso, adquira-o por R$14,00 em:

  • Laboratório Editorial: laboratorioeditorial@fclar.unesp.br
  • Fundação Editora UNESP
  • Livraria Machado de Assis (Araraquara)

7 de abr de 2014

5º Seminário Nacional de Língua e Literatura: Teoria e Ensino

5º Seminário Nacional de Língua e Literatura: Teoria e Ensino – Leitura, Produção Discursiva e Multimodalidade


Os interessados em apresentar trabalho devem se inscrever no site do evento até o dia 08 de maio de 2014.

O evento ocorrerá nos dias 22 e 23 de maio de 2014.

Local: Campus I da Universidade de Passo Fundo.
Passo Fundo/RS.

Para mais informações sobre o evento acesse o site:
http://www.upf.br/ (em eventos e cursos).